Os nomes de Florence Knapp
Em 1987, Cora sai de casa com a filha de 9 anos para registar o nome do filho. Esse simples gesto vai mudar o curso da vida daquela criança e, mais tarde, adulto.
Cora tem de escolher entre seguir a escolha do marido e dar-lhe o seu próprio nome, Gordon, que representa o autoritarismo com que Gordon rege a vida de Cora.
Ou fugir àquilo que o marido quer e dar à criança o nome que sempre lhe quis dar, Julian. Ou então, dar à criança o nome que a irmã lhe pretende dar, Bear.
A partir daqui, vamos acompanhando três linhas temporais diferentes, de 7 em 7 anos, e ver como Gordon, Julian e Bear viveram vidas completamente diferentes uns dos outros. Não tanto por terem nomes diferentes uns dos outros, mas sim pela reação que a escolha do nome despoletou no pai abusivo que lhes calhou.
Gostei muito da ideia da história em si e acho que foi bem executada. Gostei de acompanhar a vida destes três personagens ao longo de 35 anos, ainda que a viagem nem sempre tenha sido agradável e, por vezes, me tenha feito questionar as minhas próprias decisões e os caminhos que escolhi. Foi uma boa surpresa e recomendo bastante este livro.



Já li maravilhas sobre este!